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Warner ganha na justiça controle sobre a franquia Superman


      A disputa é antiga e data de 1975, quando Jerry Siegel e Joe Shuster, ainda vivos, processaram a Warner e a editora DC Comics pelo tratamento que lhes era dispensado. Shuster, que tinha virado entregador de mercadorias, fazia inclusive entregas no prédio da editora que publicava Superman sem ser reconhecido. Com a primeira vitória, os dois artistas passaram a ser chamados de criadores do Superman – seus nomes deviam a ser incluídos em todos os quadrinhos do herói – e a receber uma pensão vitalícia de US$ 20 mil. Ambos morreram nos anos 1990. Desde então, a viúva de Siegel retomou o litígio.

     "De acordo com uma decisão recente da Corte de Apelações dos Estados Unidos, a Warner Bros. volta a ter todos os direitos legais sobre a franquia da marca Superman, finalizando (pelo menos por enquanto) a longa disputa que enfrenta contra os herdeiros de Jerry Siegel e Joseph Shuster, os criadores do super-herói.

           Segundo o jornal The New York Times, o tribunal de apelações considerou equivocado o julgamento que permitiu a continuidade do processo, em 2008, por ignorar um acordo feito entre as partes em 2001. Dessa forma, a Warner volta a controlar, em qualquer mídia, o futuro do Homem de Aço.
Essa é uma decisão importante para a Warner Bros., já que um novo filme sobre o Homem de Aço deve ser lançado em breve."
Fonte:  The New York Time

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